"
Olá Filipe!
Quanto às considerações e comentários aos Açores é-me
dificil dizer que eu
faria melhor do que o programa que leváste à prática.
Contudo, penso que há
duas questões que talvez valesse a pena reflectir:
A primeira é o alojamento. Tal como os refúgios de montanha
que proporcionam
boas condições eu, levaria o grupo para um alojamento único,
isto é,
tentaria (sei que não é fácil) agrupar o grupo nas mesmas
instalações,
evitando dispersar as pessoas o que logisticamente torna tudo
mais fácil.
Por outro lado e, ainda nesta ideia, procurava estabelecer o
quartel general
o mais central possível das actividades. Imagina que as
actividades eram
itenerantes. Ai, a viatura seria o ponto chave.
A segunda são as alternativas. As alternativas face à
instabilidade do tempo
mas, também face aos níveis de dificuldade. O importante será
não frustrar
as expectativas. Criar cenários alternativos, portanto. De
forma que no
final, independentemente do percurso, todos tenham atingido os
seus
objectivos, isto é, realizado a actividade com o grau de
dificuldade e risco
adequados.
Do meu ponto de vista a aventura é uma miragem, pelo menos para
quem está de
fora a ver (tipo treinador de bancada) porque para quem está a
vivê-la tem
que ser uma certeza, não é verdade ?! O risco existe mas deverá
ser mínimo
para que o prazer seja máximo.
Bem, bem, chega de filosofias porque sem dúvida que todos nós
gostámos,
aprendemos e já faz parte do nosso album de recordações. E,
mais importante
que isso, encontrámos um lider e fizemos amigos.
Um abraço e até breve
Joaquim Achando